quinta-feira, 28 de julho de 2011

Proposta maravilhosa: "brinquedos e brincadeiras promovendo aprendizagem

Sugestão de trabalho
Proposta trabalhada a partir do livro: “O livro que queria ser brinquedo” de Sandra Aymone
http://www.educardpaschoal.org.br/web/upload/NossosLivros/O_livro_que_queria_ser_brinquedo.pdf
http://www.educardpaschoal.org.br/web/leia-nossos-livros-ver.asp?cid=17 (visite este site para baixar o livro).

- Tema: “Brinquedos e brincadeiras promovendo aprendizagem”
- Público alvo: ___________________________
- Duração: ______________________________

“O desenvolvimento da criança acontece através do
lúdico. Ela precisa brincar para crescer, precisa do
jogo como forma de equilibração com o mundo”.
Piaget



Objetivo geral:
Através de atividades diversas, envolvendo brinquedos e brincadeiras (o lúdico), esperamos que o aluno sinta-se motivado, e assim apresente melhorias no seu desenvolvimento bem como na aprendizagem.

Objetivos específicos:
- Conhecer a origem de alguns brinquedos e brincadeiras;
- valorizar a leitura como fonte de prazer e entretenimento;
- vivenciar situações que valorizam a tolerância à frustração em alternados momentos ao finalizar jogos e brincadeiras;
- resgatar brincadeiras antigas;
- ampliar o conceito de reciclagem através de estímulos à criatividade aplicada em construção com sucata;
- aumentar o repertório de brincadeiras;
- Registrar de diferentes formas o brincar;
- ampliar a capacidade de leitura de imagens;
- perceber a importância do brincar.
- Conhecer diversos gêneros textuais.

Recursos:
Livros de literatura, brinquedos, atividades mimeografadas, caixa mágica, mural, cartazes, músicas, vídeos, obras de artes, desenhos, dinâmicas, etc.

Desenvolvimento:
_ Iniciar o projeto de forma dinâmica, buscando despertar o interesse dos alunos, como: personagem oculto, adivinhas, ilustrações, frases, quebra-cabeça ou outros recursos.
- Realizar a contagem da história para a turma: “O livro que queria ser brinquedo”, através de algum recurso (fantoche de vareta, história ilustrada para montagem no quadro, contagem com os próprios brinquedos, projetor de slides, além de outras possibilidades). Efetivar explorações antes, durante e após a contagem da história.

Algumas sugestões

* Leitura do título do livro e exploração das ilustrações da capa. Perguntar
como esperam que seja a história e por que imaginam que o livro desejava
ser um brinquedo. Escrever as hipóteses dos alunos na lousa.
* Solicite que os alunos façam previsões quanto à continuação da história.
* Pedir a um aluno que reconte a história. Os outros alunos vão acrescentando informações. Discuta com eles a história que foi lida, o que mais chamou a atenção e por quê.
* Realizar, se possível, dramatização da história.
* Contribuir durante a interpretação, para que a turma perceba que pela complexidade do tema “diversidade”, os brinquedos foram escolhidos para retratar a relevância das diferenças e de cada um fazer a sua parte. A importância da amizade, do trabalho em equipe e da soma pelas diferenças é um tema que pode ser trabalhado a partir desta história, recheada de elementos de comédia e aventura (descrição encontrada no site educardpaschoal).
* Discutir com a turma a questão: “Um livro pode ser um brinquedo?”
* Produzir texto recontando a história na situação que o professor seja o escriba ou o próprio aluno.
* Listar os brinquedos existentes na história, seguido de explorações, como características, formas de brincar, se alguém possui etc. Na oportunidade, trabalhar leitura e escrita.
- Solicitar que cada aluno traga de casa seu brinquedo preferido, apresente-o para a turma (nome, de quem foi o presente, tempo que possui, motivo da preferência, etc). Em seguida, realizar um ditado com os brinquedos (colocar todos em uma caixa...).
- Exibição de vídeo ou outro meio sobre a história do brinquedo, seguida de discussão.
- Conversa informal com a turma sobre a importância da reciclagem. Na oportunidade, pedir para eles trazerem de casa materiais para construção de brinquedos (sucatas).
-Introduzir o tema brincadeira, através de uma das obras de Cândido Portinari, com o tema: “Brincadeiras de Criança”. Abaixo, o exemplo de uma das obras, seguida de roteiro para leitura de imagem.
A maior parte das sugestões abaixo foram encontradas nos seguintes sites (com pequenas alterações):
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=15862
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=28513
http://www.fundacaoromi.org.br/images/Downloads/6encontroeducadores/oficna16portinari.pdf

Roteiro para o olhar (Robert William Ott)

1) Descrever
Para aproveitar tudo o que uma imagem pode oferecer, os olhos precisam
percorrer o objeto de estudo com atenção. Mostre a imagem e dê um tempo para
que a criança a observe cuidadosamente.
Em sala de aula, peça para que as crianças descrevam o que vêem. A partir desse
exercício de ver, elas poderão posteriormente identificar e interpretar os detalhes
visuais.
2) Analisar
É hora de perceber os detalhes. As perguntas feitas pelo professor devem ter por
objetivo estimular o aluno a prestar atenção na linguagem visual, com seus
elementos, texturas, dimensões, materiais, suportes e técnicas.
3) Interpretar
A partir das idéias colocadas pelos alunos, o professor poderá aproveitá-la para as
diversas possibilidades pedagógicas. Liste-as e eleja, com as crianças, as que
correspondam aos objetivos de ensino. Todos devem ter espaço para expressar as
próprias interpretações, bem como sentimentos e emoções. Mostre outras
manifestações visuais que tratem do mesmo tema e estimule-os a fazer
comparações (cores, formas, linhas, texturas, organização espacial, etc.).
4) Fundamentar
Levantadas as questões que balizarão o trabalho, é tarefa dos alunos buscar
respostas. Elabore, junto com eles, uma lista com os aspectos que provocam
curiosidade sobre a obra, o autor, o processo de criação, a época, etc. De acordo
com a faixa etária, os interesses e o nível de conhecimento da classe, ofereça
textos de diversas áreas do conhecimento para pesquisa e indique bibliografia e
sites para consulta.
5) Revelar
Com tantas novidades e aprendizados, as crianças certamente estarão estimuladas
a produzir. Discuta com todas como gostariam de expor suas idéias. Quais são e
como comunicá-las? É hora de criar através do desenho, encorajar a atividade
criadora grupal, experimentar com representações em três dimensões, investigar
materiais plásticos, formas, cores, texturas e linhas, exercitar as habilidades para
recorte, colagem, modelagem, pintura, etc.

- Convidar os alunos para assistirem o vídeo: “Portinari e a Infância”(Cria Mineira), seguido de explorações.
http://www.youtube.com/watch?v=UFUW-U0pC70 (muito interessante)

- Trabalhar a poesia “Infância” de Sônia Miranda (em cartaz com letras grandes e coloridas). Realizar leitura do texto em voz alta, após interpretação pelos alunos. Escolha de uma palavra no texto para que um aluno a identifique; por exemplo: Onde está à palavra GATO? O professor deverá orientar o aluno na descoberta da palavra. Os colegas também poderão ajudar, soletrando as letras da palavra GATO. Pergunte ao grupo: quais são as palavras que rimam com GATO?
Brinque com as palavras, peça aos alunos que encontrem rimas, nomes das crianças, nomes de brincadeiras e brinquedos dentro do texto.
- Retirar o cartaz da lousa e organizar a sala em duplas. Solicitar que os alunos listem no papel o nome dos brinquedos e brincadeiras encontrados no poema.
Depois recolher as listas, e na lousa registrar algumas palavras do jeito que eles escreveram. Converse com os alunos sobre a escrita, levando-os a pensar e refletir sobre os sons das letras. Realize as correções junto aos alunos.
- Distribuir uma cópia do poema “Infância” para cada dupla e após realizar a seguinte orientação: Circular os nomes das crianças com lápis de cor azul; circular os nomes das brincadeiras com lápis de cor vermelha; circular os nomes dos brinquedos com lápis de cor amarela. Finalizar esta atividade solicitando que os alunos escrevam as palavras encontradas, em um quadro.

Modelo

INFÂNCIA
SÔNIA MIRANDA
ANINHA
PULA AMARELINHA
HENRIQUE
BRINCA DE PIQUE
MARÍLIA
DE MÃE E FILHA
MARCELO
É O REI DO CASTELO
MARIAZINHA
SUA RAINHA
CAROLA
BRINCA DE BOLA
RENATO
DE GATO E RATO
JOÃO
DE POLÍCIA E LADRÃO
JOAQUIM
ANDA DE PATINS
TIETA
DE BICICLETA
E JANETE
DE PATINETE
LUCINHA!
EU ESTOU SOZINHA.
VOCÊ QUER BRINCAR
COMIGO?
- Realizar uma atividade com os alunos para que eles encontrem na poesia palavras que rimem com:

. ANINHA -
. HENRIQUE -
. MARÍLIA -
. MARCELO-
. MARIAZINHA-
. CAROLA-
. RENATO -
. JOÃO -
. JOAQUIM-
. TIETA -
. JANETE-
. LUCINHA-
. Qual o seu nome?
. Com qual palavra ele rima?

- Perguntar a cada aluno uma brincadeira que gostaria de realizar. Fazer uma listagem na lousa e pedir que expliquem, oralmente, como brincar com cada uma delas. Efetivar uma votação para escolha da melhor brincadeira. A que for escolhida deverá ser realizada com os alunos. Caso deseje, o professor poderá produzir um quadro:

MODELO:
amarelinha = 3 alunos pula-corda = 4 alunos pique-esconde = 2 alunos queimada = 5 alunos pique-bandeira = 3 alunos (não consegui fazer o quadro)
- Passar uma pesquisa para casa, visando que os alunos façam um levantamento de brincadeiras antigas com os pais, avós ou outros. Na sala, a pesquisa deverá ser socializada. É importante que haja comparação entre as brincadeiras antigas e as atuais (semelhanças e diferenças), se alguém ainda brinca, se são interessantes e efetivação de algumas na sala de aula ou pracinha. Montar gráficos com o resultado da pesquisa.
- Apresentar para os alunos uma história da “Turma da Mônica” que trate de brincadeira (ampliada) e pedir que leiam silenciosamente. Em seguida solicitar que contem a história com as próprias palavras. Relembrar aos alunos as características do gênero história em quadrinhos.
a) a história é contada em quadrinhos;
b) as falas e pensamentos ficam dentro de balões;
c) existem tipos de balões: fala, pensamento, cochicho, grito;
d) possuem imagens e onomatopéias.
História da Turma da Mônica (Maurício de Souza) envolvendo brincadeira


- Realizar outras explorações da história através de questionamentos, como:

a) Vocês conhecem a brincadeira que a Mônica e Magali estão brincando?
b) Vocês já brincaram de cabo-de-guerra?
c) Expliquem com as palavras de vocês como se brinca de cabo-de-guerra.

- Produzir, coletivamente, um texto instrucional para ensinar como se brinca de cabo-de-guerra. Antes, explicar aos alunos que o texto instrucional tem a função de ensinar a fazer ou a montar algo.

MODELO
Como brincar de cabo de guerra?
Material: 1 corda.
Formação:
As crianças alinham-se umas atrás das outras, segurando cada lado metade de uma corda dividida igualmente entre ambos. A um dado sinal, começam a puxar a corda.
Ganha o lado das crianças que se apossar dela toda, ou seja, o que houver conquistado a maior parte da corda ao cabo de um período de um ou dois minutos.

- Pedir aos alunos para copiar o texto nos seus cadernos e ilustrá-lo.
- Trabalhar atividades da apostila “brinquedos e brincadeiras”.
- Buscar, dentro do possível, integrar as diferentes disciplinas no desenvolvimento da proposta.
- Realizar a brincadeira da garrafa com os alunos (gira-gira), envolvendo questões relativas à proposta trabalhada.
- Montar uma sequência de trabalho com o livro: “A Cinderela das bonecas” de Ruth Rocha (tem para baixar).

PS. : Tem na internet lindos desenhos de brinquedos para pintura. Caso deseje, o professor poderá utilizá-los nesta proposta de trabalho para montar os fantoches de vareta para contagem da história aqui sugerida, montar estantezinha de brinquedos com os alunos e explorar leitura e escrita. Poderá incluir os desenhos de outros brinquedos no desenvolvimento deste trabalho, "garanto que a turma vai adorar".

Fonte: Parte das ideias aqui expostas foram minhas, outras foram conseguidas em alguns sites, os quais já disponibilizei os endereços acima. Se por acaso acontecer de deixar de expor algum crédito é só informar, que terei imenso prazer de de fazer a indicação.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Que notícia!!!

Informativo

Câmara analisa projeto de lei que pune violência contra o professor
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 267/11, da deputada
Cida Borghetti (PP-PR), que estabelece punições para estudantes que
desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de
comportamento de instituições de ensino.

Em caso de descumprimento, o estudante infrator ficará sujeito a
suspensão e, na hipótese de reincidência grave, encaminhamento à
autoridade judiciária competente.

A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90)
para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta como
responsabilidade e dever da criança e do adolescente na condição de
estudante.

Indisciplina
De acordo com a autora, a indisciplina em sala de aula tornou-se algo
rotineiro nas escolas brasileiras e o número de casos de violência
contra professores aumenta assustadoramente. Ela diz que, além dos
episódios de violência física contra os educadores, há casos de
agressões verbais, que, em muitos casos, acabam sem punição.

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas
comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de
Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte:http://primasfalando.blogspot.com/2011/04/camara-analisa-projeto-de-lei-que-pune.html

PASSEM PARA TODOS OS PROFESSORES....VAMOS APOIAR!!!!!!!


Fonter: http://dialogoeducacao.blogspot.com/2011/07/camara-analisa-projeto-de-lei-que-pune.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+DilogoEEducao+%28Di%C3%A1logo+e++Educa%C3%A7%C3%A3o%29

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Dinâmica maravilhosa

Para quem ainda não conhece...
É possível realizar várias adaptações


DINÂMICA O CONGRESSO DAS FLORES: O QUE É A VIDA?

Certa vez, no Reino da Floresta Encantada, no dia dos amigos. Um dia muito especial comemorado na floresta, o Rei Girassol convocou todas as flores do reino para o congresso. Girassol: queridos amigos (as), neste dia dos amigos, vocês todos estão convocadas para um Congresso muito importante. Venham todos, pois o tema em questão é: O QUE É A VIDA Todas as flores se preparam para o tal congresso, com seus perfumes característicos.

Cada uma no Reino tinha seu próprio perfume e todas sabiam que cada perfume era importante para o Reino. E elas se animaram muito, pois falar de vida era um tesouro. Naquele Reino, era a coisa mais importante. Sabiam que a vida era um tesouro extremamente valioso. Eis que o Congresso se inicia:

 O COPO- DE- LEITE foi o primeiro a falar, e com todo respeito, foi logo dizendo que a amizade é distribuir Aperto de Mão a Todos que Encontrar. E todas as flores concordaram.

 O AMOR PERFEITO logo se levantou e disse que ter vida Para ele era sorrir em qualquer situação.

 A TULIPA cheia de encanto olhou todos e disse: ter vida É acariciar a todos.  A ROSA cheia de charme disse que ter vida, era Beijar a todos que encontrar.  LÍRIOS muito afetuoso na sua vez de falar, com os braços erguidos, disse que a vida era Dar abraços a todos.

 AZALÉLIA muito transcendental, comentou que sendo os olhos o espelho da alma, a vida era Ter olhar cheio de ternura.

 A ORQUÍDEA na sua vez, muito tímida e discreta, que nunca da palpite sussurrou bem baixinho: ter vida É saber ouvir o outro.

 A MARGARIDA que já não se agüentava mais quieta, pois quase sempre queria falar sem ser sua vez, finalmente pode dizer empolgada que ter vida era exclamar sempre, a qualquer hora e em qualquer lugar Eu adoro você.

 De repente, um vento forte, soprou tanto que as flores já estavam quase voando de tão delicadas que eram. Todas voariam se elas ñ tivessem se unido ( todos se abraçam)

 Flores grandes, pequenas,de todas as cores, ali no Reino, unidas para superarem aquele vento forte que logo iria embora.

 E o ventou parou. Passou o perigo, nossa que alegria ( volta-se ao normal)

 O rei Girassol muito compreensivo, aproveitou o momento para finalizar o Congresso. Pediu a todos e concluiu:

 Meus queridos amigos, o aperto de mão, o sorriso, o acariciar, o beijo, o abraço, o olhar cheio de ternura, o saber ouvir e falar o que se sente sinceramente, tudo isso é importante. E nesta manisfestação, seja como ela for, o principal na vida é a união.

Fonte: http://mariadantas.spaceblog.com.br/392777/DINAMICA-O-CONGRESSO-DAS-FLORES-O-QUE-E-A-VIDA/

quarta-feira, 1 de junho de 2011

CARDÁPIO DE LEITURA

RODA DA LEITURA

Todos os alunos, sentados em forma de círculo, para a realização da leitura do dia;

VENDER O LIVRO


Todos os alunos, após a leitura do livro, um por vez, farão a apresentação do livro lido. Deverão, no seu momento, convencer aos demais que o livro é bom;


DRAMATIZAÇÃO DO LIVRO

O professor deverá sugerir 03 (três livros para os alunos escolherem. Após, realizará a leitura e o desenvolvimento teatral do texto, envolvendo-os na história e na dramatização;


PROPAGANDA DO LIVRO

O aluno fará o papel do autor para promover a propaganda do livro, porém, não poderá contar o final do mesmo;


CAIXINHA DE LEITURA

O professor selecionará algumas frases, parágrafos curtos, textos e outros, colocando-os em uma “caixa”. No momento reservado à leitura, cada aluno retirará da caixinha-surpresa o que deverá ler no dia;


PALANQUINHO

Ao término da leitura, o aluno subirá no palanquinho para falar que parte do livro gostou mais. Ele torna-se o centro das atenções;


CONTADOR DE HISTÓRIA

No momento integração do “curtindo as leituras”, o zelador, o pai, a coordenadora e outros mais, serão convidados para contar uma história;


ALÔ LEITURA

O professor dividirá a turma em grupos de 2 a dois (dois a dois), que simularão uma ligação telefônica para contar ao amigo o livro que escolheu e o que mais lhe chamou a atenção ao tê-lo;


PAINEL DE LEITURA

Cada aluno escreverá uma frase que identifique o livro por ele lido. Essa frase vai para o painel, destacando a leitura realizada no dia;


SELF-SERVICE

O professor enfeita uma cadeira para colocá-la em frente aos demais alunos e assim, o alunos escolhido, falará sobre o livro lido;


GIRA-GIRA DO LIVRO

Cada aluno lerá uma página do livro, e ao final, todos terão participado;


MÚSICA NA LEITURA

“Curtindo as leituras” é o momento onde o professor escolherá uma música para trabalhar; a letra, a melodia e a interpretação... é um instante descontraído e diferente;


FEIRA DO LIVRO

O professor promoverá na escola, uma feira de exposição de livros lidos pelos seus alunos. Convidará outras turmas para que, durante o evento, possam apreciar as apresentações dos livros. Cada aluno apresentará 03 (três livros na exposição;


TROCA-TROCA NA LEITURA

Após a realização da leitura diária, o professor fará a divisão da turma em grupos de 02 (dois a dois) ou 03 (três a três), para que, troquem experiências sobre os livros lidos – cada um no grupo fala do livro que leu;


TEATRO NA LEITURA

Lido o livro escolhido, o aluno apresentará o conteúdo da história através de teatro – de vara, fantoches, dobraduras e outros;


RECONTANDO A HISTÓRIA

Momento em que cada aluno terá a oportunidade de recontar uma história, uma fenda, “causo” ou fato real;


TEXTOTECA

É quando o professor colocará à disposição dos alunos, textos diversos para leitura;


REPÓRTER DA LEITURA

O professor escolherá um aluno para ser o repórter. As perguntas deverão ser direcionadas para o questionamento pelo entrevistado;


PERSONAGEM DA HISTÓRIA

Realizada a leitura do dia, o aluno deverá comentar os personagens que mais se destacaram na história em questão;


CADERNO DE LEITURA

O professor sorteia um aluno para trazer um texto que será lido naquele dia;


BIBLIOTECA

O professor deverá escolher um dia para levar os alunos para a biblioteca;


MURAL DE TEXTOS

O professor pedirá aos alunos que tragam de casa textos variados, que deverão ficar afixados em mural para que os alunos leiam;


RECEITA CULINÁRIA

Você traz vários livros de culinária, pede para escolher sua receita predileta, escrevê-la no caderno e interpretá-la, começando por: qual é o título do texto? Se for possível, faça o dia da culinária, execute com a turma uma receita;


CINEMA

Levá-los a conhecer o cinema da cidade e dar-lhes a oportunidade de assistir um filme para depois debatê-lo

Fonte: http://apaixonadosporletramento.blogspot.com/2009/11/cardapio-de-leitura.html

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Texto sobre leitura e escrita



Leitura e escrita sob um viés interdisciplinar

“Em nossa cultura, quanto mais abrangente a concepção de mundo e de vida, mais intensamente se lê, numa espiral quase sem fim, que pode e deve começar na escola, mas não pode (nem costuma) encerrar-se nela." Marisa Lajolo.

Ler é um conjunto de habilidades e comportamentos, é decodificar silabas ou palavras evoluindo até a leitura de um texto, dentro de um contexto. Escrever são habilidades e comportamentos, que vão desde escrever o próprio nome até a evolução da escrita de uma monografia. Alfabetizar pressupõe conhecimento reflexivo da escrita, para além da fala; exige, como já aponta etimologicamente a palavra alfabetizar, o agrupamento de alfa e beta, as duas primeiras letras gregas para o domínio do sistema da escrita. O sucesso da alfabetização depende do dinamismo do contexto social, que é referenciado pelo trabalho, ciência, participação popular e cultura.

O indivíduo alfabetizado é o sujeito que sabe ler e escrever. O indivíduo letrado, não só sabe ler e escrever, mas usa socialmente a leitura e a escrita, questionando as demandas sociais de leitura e de escrita. “A condição de sujeito letrado se constrói nas experiências culturais com práticas de leitura e escrita que os indivíduos têm oportunidade de viver, mesmo antes de começar sua educação formal” (Morais e Albuquerque, 2004).
A escrita tem uma função social, que traz consigo a idéia de representação. Alfabetizar é trabalhar a leitura e a escrita em suas diferentes funções. Quando trabalhamos a leitura e a escrita de maneira interdisciplinar, temos a oportunidade de introduzir o aluno no mundo da produção da leitura e escrita em situação real de uso, há a veiculação de idéias completas e a compreensão e o uso da mesma como ato interativo. Então, nessa seqüência de ações, o aluno tem oportunidade de participar, de pertencer, de estar junto, de somar e de agir. Portanto, alfabetizar letrando é orientar o ato de ler e de escrever no contexto das práticas sociais.

Não é suficiente ensinar o sistema de leitura e escrita ou a escrita correta das palavras, mas, é preciso orientar os alunos a ler e a produzir textos, o que estabelece também uma intervenção pedagógica ordenada. O ingresso no mundo da leitura e escrita é viável através da assimilação do sistema alfabético (alfabetização) e do desenvolvimento das capacidades de ler e produzir diversos gêneros textuais (letramento). Os gêneros textuais são instrumentos culturais e, portanto, se organizam e se transformam nas práticas de linguagem.

As situações que favorecem a aprendizagem da leitura resumem-se na compreensão da linguagem escrita através do uso, da experiência em situações específicas, em contextos reais de aprendizagem e utilização simultâneas, lendo e escrevendo textos coerentes, significativos e interessantes, em verdadeira linguagem interdisciplinar e contextualizada, como textos de jornais e revistas; contos de fadas; histórias do mundo; lendas, enfim todo o imaginário infantil. Quando essa aprendizagem acontece, o aluno é capaz de produzir e criar novas idéias alicerçadas na fala e na escrita, que lhe são peculiares.

A leitura significativa, feita de maneira interdisciplinar, favorece a memória; o conhecimento sobre a própria leitura do mundo; o conhecimento a respeito de como se escreve; a experiência das emoções. O aluno, através do trabalho interdisciplinar, vivencia experiências para a vida pela interação da linguagem falada e escrita, que não pode ficar restrita apenas a alfabetização, pois é necessário conhecer aspectos distintos existentes entre diferentes linguagens, sem o qual não se dá o efetivo exercício da cidadania.

Finalizando, a leitura e a escrita, é a ferramenta básica de inserção no mundo, é o elemento articulador de diferentes linguagens, é o instrumento para interação com diferentes áreas do saber, e é o meio de demonstração do sentir e do pensar. Trabalhar a leitura e a escrita de maneira interdisciplinar exercita a socialização, pois a livre expressão é responsável por grandes mudanças sociais.


“(...) As palavras não nascem amarradas, elas saltam, se beijam, se dissolvem, no céu livre por vezes um desenho, são puras, largas, autênticas, indevassáveis”. Carlos Drummond de Andrade

Amélia Hamze
Profª FEB/CETEC
ISEB/FISO-Barreto
http://educador.brasilescola.com/trabalho-docente/leitura-escrita-sob-um-vies-interdisciplinar.htm

Imagem do Menino Maluquinho encontrada na internet